Manchas amareladas, pontuações cloróticas, teias finas entre as folhas: esses sinais raramente aparecem sozinhos e quando você os nota, o dano já avançou.
Em Cannabis, pragas como o ácaro-rajado (Tetranychus urticae), tripes e pulgões, somadas a doenças fúngicas como oídio (Golovinomyces spp.) e Botrytis cinerea, prejudicam diretamente o metabolismo da planta e afetam a qualidade das inflorescências, comprometendo tricomas e a produção de canabinóides, exatamente o que confere valor terapêutico e comercial à planta.
O grande risco não é a praga em si, mas o diagnóstico tardio: quanto mais cedo o problema é identificado, mais opções de manejo restam disponíveis. Por isso, monitoramento constante e identificação técnica precisa são a base de qualquer Manejo Integrado de Pragas (MIP) em Cannabis, reduzindo o uso indiscriminado de defensivos químicos através de técnicas sustentáveis, preservando a qualidade final da flor.
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